Hormônios e TPM: entenda esta relação.

A TPM é causada pelas flutuações hormonais que ocorrem durante o ciclo menstrual. Em mulheres mais sensíveis, a oscilação dos hormônios estrogênio e progesterona produzidos pelos ovários atua sobre a função da serotonina e de outras substâncias bioquímicas no cérebro, desencadeando os sintomas da TPM.

 

Contracepção Contínua: o que significa isso?

A Contracepção Contínua é o método anticoncepcional hormonal, seja qual for a opção: pílula combinada, pílula de progesterona, injeção de progesterona, implante subdérmico ou DIU hormonal, em que você não interrompe o uso de hormônios mensalmente.

 

Contracepção Contínua: como ela pode ser útil no tratamento da TPM?

O uso de um contraceptivo hormonal de forma contínua, sem a pausa mensal obrigatória determina um controle muito mais eficaz sobre os sintomas da TPM. Além de ser altamente eficaz para evitar a gravidez, esse regime de tomada do contraceptivo estabiliza os níveis dos hormônios estrogênio e progesterona e diminui ou até elimina os sintomas da TPM. No caso da pílula combinada para Contracepção Contínua, você não interrompe a tomada todo mês, com isso, além de um controle muito mais eficaz sobre os sintomas da TPM, ocorre redução ou até eliminação da menstruação.

 

Boas notícias!

Estudos científicos comprovam que as pílulas para Contracepção Contínua são eficazes e seguras para o tratamento dos sintomas da TPM e são muito utilizadas para o controle de sintomas de doenças como a endometriose e mioma uterino.

 

As boas notícias continuam…

As pílulas de uso contínuo são aprovadas pela ANVISA, agência que regulamenta, fiscaliza e monitora todos os medicamentos à venda no país. Assim, além de evitar gravidez, controlar a TPM e eliminar o desconforto menstrual, elas combatem o perigo da improvisação: a emenda de cartelas de anticoncepcionais não aprovados para Contracepção Contínua.

 

Posso usar a Contracepção Contínua?

Converse com seu médico. Ele é a pessoa mais indicada para avaliar o que é mais adequado para você. Fale sempre com seu médico!